Category: DIREITOS.
“Racismo e Justiça Ambiental” em debate amanhã na UNIGRANRIO, perante Diretora da EPA (EUA)

Acadêmicos e ativistas brasileiros participarão amanhã, a partir das 11h, de uma mesa sobre “Racismo e Justiça Ambiental”, na Universidade do Grande Rio, a convite do Consulado Geral do EUA, da UNIGRANRIO e do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA). A ideia é permitir que a Diretora da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Lisa P. Jackson, que tem status de Ministra, saiba como os brasileiros lidam com a temática em questão.

A mesa será composta pelo reitor da UNIGRANRIO, Arody Cordeiro Herdy, por Lisa Jackson e pelos convidados: José Vicente (reitor da Universidade Zumbi dos Palmares), Humberto Adami (Iara), Henri Acselrad (IPPU/UFRJ), Marcelo Firpo Porto (Fiocruz), Márcia das Graças Marques (Instituto Quinto Elemento), Alexandre Anderson e Daize Menezes de Souza (Associação Homens do Mar da Baía de Guanabara), José Miguel Silva (vice-diretor do Comitê da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara), Sebastião Fernandes Raulino (professor e pesquisador) e Adriano de Lima (Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro).

São esperadas também as presenças das Ministras Luiza Helena de Bairros (SEPPIR) e Izabella Teixeira (MMA), assim como de autoridades estaduais e municipais.

As falas serão dinamizada a partir de três questões propostas pelo escritório da EPA em Washington: (1) como você definiria Justiça Ambiental e quais são as principais prioridades para você, sua instituição e/ou sua comunidade?; (2) existem mecanismos para facilitar a colaboração entre os interessados em promover a Justiça Ambiental, ou seja, ONGs, agências governamentais e organizações comunitárias? Se sim, você pode dar exemplos de como esses sistemas tem funcionado e como eles poderiam melhorar no futuro? e (3) em sua visão, quais são as coisas mais importantes que os governos, grupos comunitários, ONGs e outras organizações sociais poderiam fazer individualmente e coletivamente para promover a Justiça Ambiental no Brasil? Existem áreas de concordância que podem servir como pontos de partida para discussões sobre Justiça Ambiental? Em caso afirmativo, quais seriam essas áreas?

A moderadora será Cleonice Puggian, professora de Pós-Graduação da UNIGRANRIO, que será responsável por escolher e convidar os três componentes da mesa que responderão à primeira questão, solicitando em seguida a Lisa Jackson que faça uma apreciação sobre a temática em foco.  Em seguida, reiniciará as falas com a segunda questão, novamente direcionada a três convidados. Assim, cada convidado responderá uma pergunta e terá cinco minutos para sua fala.

Às 12h, haverá um brunch para 30 convidados, incluindo representantes do poder público, dos movimentos sociais e da universidade. Nesse momento, haverá um breve pronunciamento das autoridades, e Lisa Jackson, que só estará presente até as 13h, aproveitará para se dirigir a cada convidad@. Às 14h, o debate será retomado no auditório, com representantes da EPA e a participação da audiência.

Todo o evento será gravado e fotografado pela UNIGRANRIO.

A divulgação prévia e a cobertura pela imprensa foi vedada pelo consulado.

O endereço da UNIGRANRIO é Rua Professor José de Souza Herdy, 1.160, Duque de Caxias, Rio de Janeiro.

Fonte: site RACISMO AMBIENTAL

Luiza Helena de Bairros é a nova ministra da Igualdade Racial

A socióloga é uma das principais lideranças do movimento negro no Brasil. Dilma Rousseff divulgou nova lista de ministros nesta segunda-feira (20).


Reconhecida como uma das principais lideranças do movimento negro no Brasil, a socióloga Luiza Helena de Bairros foi escolhida nesta segunda-feira (20) pela presidente eleita Dilma Rousseff para assumir a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).

Luiza é a atual secretária de Igualdade Racial da Bahia e seu perfil corresponde às exigências de Dilma para o cargo: ser mulher e negra. A escolha da nova ministra, que é ligada ao PT, tirou as chances de outro deputado do partido – Vicentinho, de São Paulo.

Filha de militar, Luiza nasceu em 1953, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Durante sua vida escolar, começou a se envolver com questões raciais e sempre mostrou interesse pela militância estudantil.

Em 1979, mudou-se para Salvador depois de conhecer o Movimento Negro Unificado da Bahia. Começou, então, sua trajetória contra a discriminação racial. Participou da coordenação da pesquisa do Projeto Raça e Democracia nas Américas: Brasil e Estados Unidos, um projeto relevante contra a discriminação racial. Lecionou na Universidade Católica de Salvador e na Universidade Federal da Bahia e ajudou a coordenar diversos eventos a favor do combate ao racismo.

Luiza trabalhou em programas das Nações Unidas contra o racismo em 2001 e em 2005. Entre 2003 a 2005, trabalhou no Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID), na pré-implementação do Programa de Combate ao Racismo Institucional para os Estados de Pernambuco e Bahia.

A nova ministra é bacharel em Administração Pública e Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia e doutora em Sociologia pela Michigan State University.

Fonte: Do G1, em São Paulo

Newsletter IARA – Nov/10

Notícias desta edição:


–  Educação: “Há racismo explícito nas obras de Lobato”,diz educadora

–  Linha do Tempo disponibilizada pelo IPEAFRO/RJ

ONU Mulheres seleciona consultoria para preparação de mini-curso para jornalistas em gênero, raça e etnia.

SEPPIR e UNICEF lançam campanha nacional “Por uma infância sem racismo”

O 11o  número Boletim Eletrônico “Tempo em Curso”, com atenção especial `a adoção da Lei 10.639 e 11.645 no interior das redes municipais de ensino.

– Assista ao Filme em homenagem à Semana da Consciência Negra – SEPPIR

Aconteceu: Seminário Internacional Quilombos das Américas

Acesse o conteúdo por este link – INFOMATIVO IARA

Universidades, Governo, Nações Unidas e feministas em seminário sobre direitos sexuais e reprodutivos, em SP 19.11.10
Evento na USP com apoio do Fundo de População das Nações Unidas  coloca em pauta a saúde integral das mulheres, os direitos sexuais, direitos reprodutivos e faz um balanço das pendências no cumprimento das ações resultantes da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento ocorrido no Cairo em 1994.

São Paulo (Brasil) – Está marcada para esta sexta-feira,19, em São Paulo, a realização do Seminário Nacional “Em direção a Cairo +20: Agendas Pendentes e Perspectivas em Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” com a presença da Ministra Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (foto). O evento acontecerá, das 8h às 18h,  na Faculdade de Saúde Pública/USP, Auditório João Yunes, Avenida Dr. Arnaldo, 715, próximo à Estação Clínicas do Metrô. O seminário é uma promoção conjunta da Rede Feminista de Saúde, Faculdade de Saúde Pública da USP e Núcleo de Estudos sobre População da Unicamp (Nepo) e tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA. O acesso à programação completa do evento e inscrições podem ser obtidas pela página da Faculdade de Saúde Pública USP.
O Seminário Nacional “Em direção a Cairo +20: Agendas Pendentes e Perspectivas em Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” terá transmissão ao vivo pelo IPTV: www.iptv.usp.br – Para mais informações contate com: Secretaria da Comissão de Cultura e Extensão da FSP/USP. Tel. 11-3061-7787.  E-mail: svalunos@fsp.usp.br
O evento de São Paulo  está chamando as organizações do movimento social para discutir e avaliar a implementação dos compromissos assumidos pelo Brasil na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, em 1994, e que até hoje é  considerada um marco no tratamento das questões relativas ao planejamento e desenvolvimento populacional, bem como impõe a perspectiva de direitos no campo da saúde sexual e reprodutiva.

Fonte:
http://www.unifem.org.br/003/00301009.asp?ttCD_CHAVE=127511

30/Ago no CCJF/RJ: Movimentos Sociais, Democracia e Geração de Novos Direitos

No dia 30 de agosto de 2010 das 9:30 às 18:30h,  acontecerá no Centro Cultural da Justiça Federal do Rio de Janeiro, o evento Movimentos Sociais, Democracia e Geração de Novos Direitos.
Serão 3 mesas de debate, com especial atenção à mesa Racismo Democracia e Ação Afirmativa às 13:30h.
Maiores informações no folder do evento – CLIQUE AQUI.

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Realização do Consulado do Estados Unidos, EMARF, PGE e CCJF. Com Adriana Alves Cruz, Augusto Werneck, Humberto Adami, Ilse Scherer-Warren, Jacques Alfonsin, Jaílson de Souza e Silva, Marcelo Paixão e Mark Tushnet.
Apoio: TRF2, SJRJ, SJES, AJUFE e AJUFERJES.
Inscrições gratuitas na EMARF: http://www.trf2.gov.br/emarf/
Vagas Limitadas

Relatoria sobre os Direitos das Mulheres:até 10.07.2010

Relatoria sobre os Direitos das Mulheres

Formas de discriminação que limitam o exercício pleno dos direitos econômicos, sociais e culturais das mulheres

Informação

Este questionário foi preparado como parte do plano de trabalho da Relatoria sobre os Direitos das Mulheres (doravante denominada “Relatoria das Mulheres” ou “Relatoria”) da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (doravante denominada “CIDH” ou “Comissão”), com o objetivo de compilar informação sobre as principais realizações e desafios enfrentados pelas mulheres nos respectivos países para o exercício dos direitos econômicos, sociais e culturais, especificamente na esfera do emprego, educação e acesso e controle de recursos, em condições de igualdade, entre outras esferas dos direitos econômicos, sociais e culturais das mulheres. A informação coletada será analisada em um relatório especializado com recomendações específicas para os Estados membros da Organização dos Estados Americanos, a fim de melhorar e aperfeiçoar a legislação, as políticas e as práticas destinadas a abordar o problema da discriminação e assegurar que os direitos econômicos, sociais e culturais da mulher sejam devidamente respeitados e protegidos.

Maiores  informações e questionário na página do CIDH:
http://cidh.org/women/Cuestionario.Mayo.2010port.htm

s respostas a este questionário devem ser enviadas o mais tardar até 10 de julho de 2010 à:

Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Organização dos Estados Americanos

1889 F Street, NW

Washington, D.C. 20006

cidhdenuncias@oas.org