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Universidades, Governo, Nações Unidas e feministas em seminário sobre direitos sexuais e reprodutivos, em SP 19.11.10
Evento na USP com apoio do Fundo de População das Nações Unidas  coloca em pauta a saúde integral das mulheres, os direitos sexuais, direitos reprodutivos e faz um balanço das pendências no cumprimento das ações resultantes da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento ocorrido no Cairo em 1994.

São Paulo (Brasil) – Está marcada para esta sexta-feira,19, em São Paulo, a realização do Seminário Nacional “Em direção a Cairo +20: Agendas Pendentes e Perspectivas em Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” com a presença da Ministra Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (foto). O evento acontecerá, das 8h às 18h,  na Faculdade de Saúde Pública/USP, Auditório João Yunes, Avenida Dr. Arnaldo, 715, próximo à Estação Clínicas do Metrô. O seminário é uma promoção conjunta da Rede Feminista de Saúde, Faculdade de Saúde Pública da USP e Núcleo de Estudos sobre População da Unicamp (Nepo) e tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA. O acesso à programação completa do evento e inscrições podem ser obtidas pela página da Faculdade de Saúde Pública USP.
O Seminário Nacional “Em direção a Cairo +20: Agendas Pendentes e Perspectivas em Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” terá transmissão ao vivo pelo IPTV: www.iptv.usp.br – Para mais informações contate com: Secretaria da Comissão de Cultura e Extensão da FSP/USP. Tel. 11-3061-7787.  E-mail: svalunos@fsp.usp.br
O evento de São Paulo  está chamando as organizações do movimento social para discutir e avaliar a implementação dos compromissos assumidos pelo Brasil na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, em 1994, e que até hoje é  considerada um marco no tratamento das questões relativas ao planejamento e desenvolvimento populacional, bem como impõe a perspectiva de direitos no campo da saúde sexual e reprodutiva.

Fonte:
http://www.unifem.org.br/003/00301009.asp?ttCD_CHAVE=127511

ONU cria nova estrutura para o empoderamento das mulheres

Criação da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, denominada ONU Mulheres, é o resultado de anos de negociações entre Estados-membros da ONU e pelo movimento de defesa das mulheres no mundo

Nova York (EUA) – Numa decisão histórica, a Assembleia Geral da ONU votou por unanimidade hoje (2/7), em Nova York, a criação de uma nova entidade para acelerar o progresso e o atendimento das demandas das mulheres e meninas em todo o mundo. A criação da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, denominada ONU Mulheres, é o resultado de anos de negociações entre Estados-membros da ONU e pelo movimento de defesa das mulheres no mundo. Faz parte da agenda de reforma das Nações Unidas, reunindo recursos e de mandatos de maior impacto.”Sou grato aos Estados-Membros, por ter este grande passo em frente para as mulheres do mundo e meninas”, disse o secretário-geral Ban Ki-moon, em um comunicado elogiando a decisão. “ONU Mulheres vai aumentar significativamente os esforços da ONU para promover a igualdade de gênero, expandir as oportunidades e combater a discriminação em todo o mundo”, completou. A ONU Mulheres será construída a partir do trabalho de quatro instâncias das Nações Unidas, cuja atuação se concentra na igualdade de gênero e no empoderamento das mulheres:
• Divisão para o Avanço das Mulheres (DAW, criada em 1946)
• Instituto Internacional de Pesquisas e Capacitação para a Promoção da Mulher (INSTRAW, criada em 1976)
• Escritório de Assessoria Especial em Questões de Gênero  (OSAGI, criada em 1997)
• Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM, criada em 1976)
“Felicito aos dirigentes e funcionários da DAW, INSTRAW, OSAGI e UNIFEM pelo seu compromisso com a causa da igualdade de gênero e vou contar com o seu apoio à medida que entramos numa nova era no trabalho da ONU para as mulheres”, disse o secretário-geral Ban . “Eu fiz a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres uma das minhas prioridades de trabalho para acabar com o flagelo da violência contra as mulheres, a nomeação de mais mulheres a altos cargos, os esforços para reduzir as taxas de mortalidade materna”, observou Ban.
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