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UNIFEM apresenta ONU Mulheres para ministras da América Latina e Caribe

(14/07/2010 – 12:29)

Brasília (Brasil) –  Na manhã de hoje, 14/07, o UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – parte da ONU Mulheres) promoveu um café da manhã com a presença de ministras, parlamentares e altas autoridades dos mecanismos para as mulheres da América Latina e Caribe. Conduzido por Gladys Acosta, chefa do UNIFEM para a região, o encontro reuniu cerca de 50 mulheres entre elas Alicia Bárcena (CEPAL), Rebecca Tavares, representante do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Rachel Mayanja (OSAGI – parte da ONU Mulheres) e Yassine Fall (INSTRAW – parte da ONU Mulheres).


Durante o café da manhã, foi apresentado a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, cuja criação foi anunciada no último dia 2 de julho, em Nova York, na Assembleia Geral da ONU. A organização, que estará em pleno funcionamento em Janeiro de 2011, vai unificar as quatro instâncias de mulheres da ONU: DAW – Divisão para o Avanço das Mulheres (criada em 1946), INSTRAW – Instituto Internacional de Pesquisas e Capacitação para a Promoção da Mulher (criada em 1976), UNIFEM –  Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (criada em 1976) e OSAGI – Escritório de Assessoria Especial em Questões de Gênero  (criada em 1997).
Estiveram presentes no evento as ministras Magdalena Faillace (Argentina), Eveling Llanos (Bolívia), Nilcéa Freire (Brasil), Carolina Schmidt Zaldívar e Constanza Bollmann Schele (Chile), Martha Lucía Vásquez Zawadzky (Colômbia), Maureen Clarke (Costa Rica), Yolanda Ferrer (Cuba), Ana Lucía Herrera  (Equador), Julia Evelyn Martínez (El Salvador), Sonia Escobedo (Guatemala), Maria Antonietta Botto (Honduras), Rocío García Gaytán (México), Isavel Green (Nicarágua), Lic. Markelda Montenegro de Herrera (Panamá), Gloria Rubín (Paraguai), Nidia Vilchez (Peru), Alejandrina Germán (República Dominicana), Lic. Beatriz Ramírez Abella e Ana María Vignoli (Uruguai) e Nancy Perez (Venezuela).


A Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe é um órgão subsidiário da CEPAL e se realiza a cada três anos. Seu objetivo principal é proporcionar um fórum para o debate sobre os temas de gênero, apresentar recomendações de política pública e avaliar o cumprimento dos acordos e planos regionais, tendo em vista as necessidades das mulheres.A 11ª da conferência é coordenada pela CEPAL e pela SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres). Traz como tema principal “Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?”, para o qual a CEPAL apresentará um documento em que são examinadas as conquistas e os desafios que os governos da América Latina enfrentam em relação à igualdade de gênero à luz das interações entre o Estado, o mercado e as famílias, que com uma adequada interrelação podem estabelecer as condições para renovar ou perpetuar as hierarquias sociais e de gênero.

Fonte: UNIFEM

ONU cria nova estrutura para o empoderamento das mulheres

Criação da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, denominada ONU Mulheres, é o resultado de anos de negociações entre Estados-membros da ONU e pelo movimento de defesa das mulheres no mundo

Nova York (EUA) – Numa decisão histórica, a Assembleia Geral da ONU votou por unanimidade hoje (2/7), em Nova York, a criação de uma nova entidade para acelerar o progresso e o atendimento das demandas das mulheres e meninas em todo o mundo. A criação da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, denominada ONU Mulheres, é o resultado de anos de negociações entre Estados-membros da ONU e pelo movimento de defesa das mulheres no mundo. Faz parte da agenda de reforma das Nações Unidas, reunindo recursos e de mandatos de maior impacto.”Sou grato aos Estados-Membros, por ter este grande passo em frente para as mulheres do mundo e meninas”, disse o secretário-geral Ban Ki-moon, em um comunicado elogiando a decisão. “ONU Mulheres vai aumentar significativamente os esforços da ONU para promover a igualdade de gênero, expandir as oportunidades e combater a discriminação em todo o mundo”, completou. A ONU Mulheres será construída a partir do trabalho de quatro instâncias das Nações Unidas, cuja atuação se concentra na igualdade de gênero e no empoderamento das mulheres:
• Divisão para o Avanço das Mulheres (DAW, criada em 1946)
• Instituto Internacional de Pesquisas e Capacitação para a Promoção da Mulher (INSTRAW, criada em 1976)
• Escritório de Assessoria Especial em Questões de Gênero  (OSAGI, criada em 1997)
• Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM, criada em 1976)
“Felicito aos dirigentes e funcionários da DAW, INSTRAW, OSAGI e UNIFEM pelo seu compromisso com a causa da igualdade de gênero e vou contar com o seu apoio à medida que entramos numa nova era no trabalho da ONU para as mulheres”, disse o secretário-geral Ban . “Eu fiz a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres uma das minhas prioridades de trabalho para acabar com o flagelo da violência contra as mulheres, a nomeação de mais mulheres a altos cargos, os esforços para reduzir as taxas de mortalidade materna”, observou Ban.
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