Monthly Archives: março 2011
IVLP GOLD STAR 2011 – Encontro com a Secretária de Estado Hillary Clinton

Caros e Caras
Está é uma rara oportunidade de ver como são os pronunciamentos da Secretária de Estado Hillary Clinton e como ela recebe a Sociedade Civil e autoridades do Departamento de Estado para uma solenidade.
No vídeo, aparecemos – o grupo IVLP GOLD STAR – durante o discurso da Secretária, e tem um pequeno close na minha pessoa (óbvio, rs).

Vídeos de iaravideos no Dailymotion

Bolsonaro: Meu filho não namoraria Preta Gil por causa do comportamento dela

por Marcela Rocha

Após polêmica entrevista ao programa CQC, da Band, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), não recua em seus ataques ao homossexualismo, à presidente Dilma Rousseff e sustenta sua defesa da Ditadura Militar brasileira, a dois dias do aniversário do Golpe que derrubou o ex-presidente João Goulart. Em entrevista a “Terra Magazine”, o parlamentar reitera as críticas que fez ao comportamento da cantora Preta Gil, mas retifica às que foram consideradas racistas:

– Eu entendi que ela me perguntou o que eu faria se meu filho namorasse um gay (…) Se eu tivesse entendido assim (da forma como a pergunta foi feita), eu diria: ‘meu filho pode namorar qualquer uma, desde que não seja uma com o teu comportamento’. Se eu fosse racista, eu não seria maluco de declarar isso numa televisão – afirma.

Contrário à defesa dos diretos dos homossexuais, o deputado pepista acredita que a adoção por casais homoafetivos é “reserva de mercado“. Bolsonaro se vale da máxima determinista, para justificar sua posição:

– O homem é produto do meio, imagina se pega essa lei, permitindo que casais homossexuais adotem crianças? Vão fazer reserva de mercado para jovens garotos homossexuais. O filho vai crescer vendo a mãe bigoduda ou careca, o pai andando de calcinha ou a mãe de cueca.

E prossegue:

– Você já viu o novo Programa Nacional de Direitos Humanos da Maria do Rosário voltado à população LGBT? Viu lá professor gay em escola de primeiro grau, livro didático com gravuras homossexuais, bolsa gay pró-jovem homossexual… É legal isso? Meu filho vai ter que dizer que é gay pra ter uma bolsa de estudos? Ou vai ter que queimar a rosquinha pra ter direito a bolsa de estudos para entrar na cota de homossexual, é isso? – questiona.

Confira:

O senhor foi questionado pela cantora Preta Gil sobre o que faria caso um filho seu se apaixonasse por uma mulher negra. O senhor respondeu que “não corre o risco” de um filho seu se apaixonar por uma negra por que eles foram “muito bem educados” e não viveram num ambiente “como lamentavelmente” era o dela.

Jair Bolsonaro – A última resposta está causando problemas, eu sei disso. Mas você pode ver que a minha resposta não se encaixa na pergunta, quando falo em promiscuidade no final. Foi como o próprio Marcelo Tas disse, eu não devo ter entendido, ou a pergunta foi outra. Mas não vou acusar a televisão. Eu entendi que ela me perguntou o que eu faria se meu filho namorasse um gay.

Não. A pergunta foi se o filho do senhor se apaixonasse por uma negra.

Se eu tivesse entendido assim, eu diria: ‘meu filho pode namorar qualquer uma, desde que não seja uma com o teu comportamento’. Se eu fosse racista, eu não seria maluco de declarar isso numa televisão. Como é feito o programa do CQC? É humorístico, certo? Foi colocado um computador na minha frente e eu não tinha ninguém do programa do Marcelo Tas por perto. Havia apenas um rapaz na câmera e outro no computador. As perguntas passavam na tela e eu respondia. Eu entendi que a pergunta foi sobre o que eu faria se meu filho namorasse um gay.

Como ela perguntou sobre a paixão entre seu filho e uma mulher negra, eu refaço a pergunta: o que o senhor faria?

Sem problema nenhum, desde que não seja alguém com o comportamento da Preta Gil.

Além disso, a defesa do senhor ao (Emílio Garrastazu) Médici, (Ernesto) Geisel e (João Batista) Figueiredo também é polêmica.

Eu tenho orgulho de ter pertencido a esse governo onde generais desse porte eram presidentes da República.

Dia 31, o Golpe Militar faz “aniversário”.

Golpe? Golpe?

Sim.

Bom, eu vou discursar na Câmara. Se você quiser te mando todos os jornais da época. A imprensa pedia de joelhos que os militares assumissem. Bem como a Igreja, as mulheres, empresários, ruralistas. Não tem esse “golpe” que você fala. Golpe foi quando Fidel Castro assumiu o poder, colocou 10 mil no paredão e começou a governar.

Como o senhor deve acompanhar, anos depois, fala-se em direitos humanos, retratação histórica às vítimas da Ditadura Militar…

O presidiário não sofre hoje, não? Naquela época, os perigosos que faziam curso de guerrilha em Cuba é que, uma vez detidos, metiam bomba, torturavam tenentes… Você queria que dessem tratamento VIP a esse pessoal quando fossem presos?

A agressão vinha do Estado.

Não vem com essa conversa de Estado. Antes de Estado, são seres humanos embaixo de uma farda, de um uniforme… Hoje, é praxe, linha de defesa, dizer que foi torturado. Quem sofre torturas tem sequelas. Pode ver. Agora, a Dilma (Rousseff, presidente da República) falou que tinha vivido 23 dias sob tortura e não falou nada. Eu não tenho o curso que eles tiveram em Cuba, na China e na Coreia do Norte sobre guerrilha tortura e terrorismo, mas se eu tivesse disposição para isso, em dez minutos a Dilma contaria até como ela nasceu.

Voltando ao assunto inicial, o senhor falou bastante na educação que deu para seus filhos ao CQC. O que eles acharam da entrevista?

Um está na minha frente, se quiser falar com ele… Eu tenho cinco filhos, o mais velho está aqui.

O senhor elogiou muito a ditadura, deseja o retorno dela? O senhor ajudaria um golpe militar hoje no Brasil?

Eu sou a favor de um regime de autoridade, não de corrupção como vemos hoje em dia. Por que o PT, que fala tanto em Comissão da Verdade e Tortura, não quer apurar o sequestro, tortura e execução do prefeito Celso Daniel, do PT.

O senhor colaboraria para o retorno de um regime ditatorial no Brasil?

Com o regime de autoridade, seja quem for a pessoa na Presidência. Eu, até hoje, não consegui ser governo. Quero ser governo de um presidente com autoridade, com moral e princípios éticos. Você já viu o novo Programa Nacional de Direitos Humanos da Maria do Rosário voltado à população LGBT? Viu lá professor gay em escola de primeiro grau, livro didático com gravuras homossexuais, bolsa gay pró-jovem homossexual… É legal isso? Meu filho vai ter que dizer que é gay pra ter uma bolsa de estudos? Ou vai ter que queimar a rosquinha pra ter direito a bolsa de estudos para entrar na cota de homossexual, é isso? O meu filho ou o teu.

Suponho, então, que o senhor seja contrário ao kit que pretendem distribuir nas escolas.

Eu que detonei o kit-gay, subi na Tribuna, fui na Luciana Gimenez, no Ratinho… O homem é produto do meio, imagina se pega essa lei, permitindo que casais homossexuais adotem crianças? Vão fazer reserva de mercado para jovens garotos homossexuais. O filho vai crescer vendo a mãe bigoduda ou careca, o pai andando de calcinha ou a mãe de cueca.

FONTE: http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/bolsonaro-meu-filho-nao-namoraria-preta-gil-por-causa-do-comportamento-dela/

E MAIS…

>> Bolsonaro: “Meu filho não namoraria Preta Gil por causa do comportamento dela”

>> Lamento por aqueles que votaram neste infeliz, diz Luciano Huck sobre Bolsonaro

>> Contra Bolsonaro, Preta Gil vai a Ministério Público, Câmara, e pede indenização

FONTE: http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/

Bolsonaro diz a Preta Gil que namoro com negra seria ‘promiscuidade’

Na TV, Bolsonaro diz a Preta Gil que namoro com negra seria ‘promiscuidade’

por Jair Stangler

29.março.2011 10:59:44

Em entrevista na noite da segunda-feira, 28, ao programa CQC, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) deu declarações que tiveram grande repercussão nas mídias sociais e devem gerar reações de diversas entidades e militantes, como os movimentos gay e negro. No Twitter, às 12h32, Bolsonaro era o segundo lugar dos Trending Topics do Brasil e 10º lugar nos TTs mundiais.

Assista ao vídeo abaixo:

Veja também:
Deputados ameaçam ir ao Conselho de Ética

Entre outras coisas, o parlamentar disse que, se pegasse filho fumando maconha, o torturava. Quando indagado o que faria se tivesse um filho gay, respondeu: “Isso nem passa pela minha cabeça, eu dei uma boa educação, fui pai presente, não corro este risco.”

Questionado sobre cotas raciais, disse: “Eu não entraria em um avião pilotado por um cotista nem aceitaria ser operado por um médico cotista.”

Por fim, a cantora Preta Gil, filha do ex-ministro e músico Gilberto Gil, perguntou o que ele faria se o filho se apaixonasse por uma negra. “Ô Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu”, respondeu.

FONTE: http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/03/29/na-tv-bolsonaro-diz-a-preta-gil-que-namoro-com-negra-seria-promiscuidade/

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Vitória da Lei Maria da Penha no STF

A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), afirmou que esta quinta-feira (24/03) é um dia histórico para as mulheres brasileiras. A ministra se refere à decisão do Supremo Tribunal Federal, que, reconheceu a constitucionalidade da Lei Maria da Penha (Lei 11.3490/2006), ao negar o habeas corpus impetrado pela Defensoria Pública da União. O HC questionava o artigo 41 da legislação, que diz que os agressores enquadrados na Lei Maria da Penha não podem recorrer à Lei 9099/95, que concedia o benefício da suspensão do processo por dois anos e seu arquivamento, caso o réu não voltasse a ameaçar a vítima.

O habeas corpus da DPU questionava a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que entendeu que o artigo 41 da Lei Maria da Penha não permite a aplicação da Lei 9.099/95 quanto aos crimes e infrações praticadas com violência doméstica e familiar contra a mulher. Em sustentação oral no Plenário, a Defensoria Pública alegou a inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha.

A Procuradoria Geral da República, representada pela Subprocuradora Débora Duprat, apresentou parecer pelo indeferimento do habeas corpus, ressaltando que o Brasil demorou muito a apresentar uma lei específica de proteção à mulher (foi o 18° país da América Latina). A Subprocuradora argumentou ainda que após 10 anos de existência da Lei 9099/95 foi possível constatar que 70% dos casos enquadrados nesta legislação eram de infrações penais cometidas contra a mulher no âmbito doméstico. Ela frisou as responsabilidades do Brasil, que é signatário de diversas convenções internacionais, principalmente a de Belém do Pará, a primeira convenção de direitos humanos a reconhecer que a violência doméstica contra a mulher é problema generalizado. Duprat lembrou que a lei foi criada após a denúncia feita pela própria Maria da Penha Maia Fernandes à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que estabeleceu diversas recomendações ao Brasil, destacando essencialmente a justiça ineficaz no país e sugerindo a adoção de medidas que cessassem a violência contra as mulheres.

O relator do habeas corpus, ministro Marco Aurélio, ressaltou que a Constituição Federal prevê, em seu artigo 226, que a família, que é a base da sociedade, tem especial proteção do Estado. “O parágrafo 8 deste artigo, ressalta que é dever do Estado assegurar a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”, justificou o relator. Isto significa dizer que a Lei Maria da Penha concretiza o previsto no texto constitucional é um instrumento jurídico eficaz para combater a violência doméstica.

Para Iriny Lopes, o julgamento do HC pelo Superior Tribunal de Justiça, “anuncia mais um passo decisivo e positivo rumo à conclusão da discussão sobre a constitucionalidade do artigo 41 da Lei Maria da Penha”. Na condição de relatora da lei na Comissão de Constituição e Justiça, quando ainda era deputada federal, Iriny Lopes disse que as opiniões expressas pelos ministros da Suprema Corte Brasileira, seguindo o voto do relator Marco Aurélio Mello, “confirmam com fidelidade a intenção do legislador. Esse foi mais um passo para resguardar a lei, salvar a vida e a dignidade de milhares de mulheres e na construção de uma cultura de paz, baseada na igualdade entre homens e mulheres”.

Durante o julgamento do habeas corpus, os ministros defenderam que a Lei Maria da Penha tutela a dignidade da pessoa humana, e que é necessário analisar a intenção do legislador e não a individualização da pena. Reforçaram que apesar das leis terem sido alteradas, o preconceito e a discriminação permanecem presentes na sociedade. Para eles, a violência dentro de casa é silenciosa e a reincidência para esses crimes é a regra e não a exceção.

O que diz o artigo 41 da Lei Maria da Penha

Art. 41.  Aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher, independentemente da pena prevista, não se aplica a Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995, que prevê, por exemplo, no Art. 89 § 2º, que “o Juiz poderá especificar outras condições a que fica subordinada a suspensão, desde que adequadas ao fato e à situação pessoal do acusado”. No § 3º: “a suspensão será revogada se, no curso do prazo, o beneficiário vier a ser processado por outro crime ou não efetuar, sem motivo justificado, a reparação do dano”. E nos dois seguintes:

§ 4º A suspensão poderá ser revogada se o acusado vier a ser processado, no curso do prazo, por contravenção, ou descumprir qualquer outra condição imposta.

§ 5º Expirado o prazo sem revogação, o Juiz declarará extinta a punibilidade.

Comunicação Social

FONTE: http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2011/03/vitoria-da-lei-maria-da-penha-no-stf

Audiência Pública no Senado debate o Estatuto de Igualdade Racial e os oito anos da SEPPIR

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa vai realizar na segunda-feira, 28, às 10 horas, uma audiência pública, de autoria do senador Paulo Paim, para debater o “Estatuto da Igualdade Racial e os oito anos da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR)”. A audiência pública acontece no Anexo II, Ala Senador Nilo Coelho, Plenário 2, Senado Federal.

Por Comunicação Social SEPPIR/PR
FONTE:
http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2011/03/audiencia-publica-no-senado-debate-o-estatuto-de-igualdade-racial-e-os-oito-anos-da-seppir

Nova Ministra completa mudança

Por: Redação – Fonte: Afropress – 22/3/2011

Brasília – O ato para celebrar a passagem dos oito anos da SEPPIR, realizado nesta segunda-feira (21/03), em Brasília, foi marcado por homenagens e pela sinalização, por parte da socióloga Luiza Bairros, a nova ministra, de que quer renovação: ela mudou praticamente toda a equipe e botou nas funções pessoas afinadas com o seu estilo, a maior parte delas, da Bahia.

Embora não tenha feito nenhum anúncio formal (as substituições, segundo ex-dirigentes, tem sido publicadas no Diário Oficial da União, em alguns casos sem aviso prévio dos ocupantes), das gestões anteriores, só permanecem Renato Ferreira, ligado à Rede Educafro, do Rio, Vera Lúcia Proba, e Ivonete Carvalho, do Rio Grande do Sul, que se mantém com o apoio do senador Paulo Paim (PT/RS).

Ainda não se sabe se a ministra manterá Magali Naves, que ocupa a Assessoria Internacional desde a gestão da ex-ministra Matilde Ribeiro. A Assessoria de Comunicação, será ocupada por Jucy Machado, que fez parte da equipe da ministra na Bahia.

Dança das cadeiras

O último a perder o lugar foi o advogado Humberto Adami, que durante as gestões dos ex-ministros Edson Santos e Elói Ferreira de Araújo, exerceu o cargo de Ouvidor, Direção de Assessoramento Superior (DAS-4).

Ele foi substituído pelo advogado baiano, Carlos Alberto de Souza e Silva Júnior, indicado pela UNEGRO, a corrente do PC do B, que havia perdido espaço com a saída de Alexandro Reis e do ex-deputado Benedito Cintra – o primeiro, Secretário das Comunidades Tradicionais e o segundo assessor parlamentar.

O novo ouvidor é advogado há pouco mais de dois anos, e ocupa pela primeira vez um cargo de expressão na Esplanada. Ele foi assessor da bancada do PC do B na Câmara de Salvador e participou da Ouvidoria da Secretaria da Educação, na gestão da vereadora do Partido, Olívia Santana.

O coordenador da UNEGRO, Edson França, disse que o Partido o indicou com muita tranquilidade por que se trata de um jovem dedicado. Ele também não vê problema pelo fato de a maioria da nova equipe ter integrado a equipe da ministra, quando ela ocupou a Secretaria de Promoção da Igualdade da Bahia.

“Não vejo isso como problema não. O problema são as políticas, se são nacionais tudo bem. Como dirigente da UNEGRO vejo as coisas do ponto de vista nacional. Não consigo compartimentar”, afirmou.

A UNEGRO, segundo França, também discute reivindica a indicação de o Secretário executivo do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), um cargo que também é de confiança – DAS 3

A SEPPIR tem 42 cargos de confiança (de livre nomeação) da ministra – os DAS – Direção de Assessoramento Superior, com salários que variam de R$ 2.115 a R$ 11.179.

Homenagem

A passagem dos oito anos também foi marcada pela homenagem a professora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, a primeira mulher negra a fazer parte do Conselho Nacional de Educação (CNE), ainda no Governo Fernando Henrique.

Ela recebeu das mãos da própria presidente Dilma Rousseff, a medalha da Ordem Nacional do Mérito. A medalha foi entregue a 11 educadoras de nove Estados, numa cerimônia pela manhã no Palácio do Planalto, com parte das homens do Governo federal às mulheres no mês de março.

Petronilha também recebeu da ministra Luiza Bairros uma placa pelos relevantes serviços prestados ao país. Segundo ela, a homenagem representou o reconhecimento à luta silenciosa dos professores negros contra o racismo. “É uma honra, e ao mesmo tempo um desafio, ser homenageada nesses oito anos da SEPPIR, pois pretendo continuar trabalhando para superar as desigualdades”, afirmou.

Além de ter sido a primeira mulher negra a integrar o CNE, a gaúcha Petronilha beatriz, foi relatora da Lei 10.639/2003, que prevê a obrigatoriedade da inclusão da história e da cultura africana e afro-brasileira nos currículos do ensino fundamental e médio.

FONTE: http://www.afropress.com/noticiasLer.asp?id=2586

Coleção História Geral da África

Coleção História Geral da África

Acesse a edição completa da Coleção em português

A UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa da Coleção História Geral da África, em Português. Em oito volumes, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza, porque fala da história de dentro do continente.

Para o ministro da SEPPIR, Eloi Ferreira de Araujo, “a coleção é de grande importância para a população negra brasileira porque promove a elevação e auto estima do povo do nosso país”.

Faça aqui o download da coleção completa.

Leia também:

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