Ouvidor da SEPPIR dá entrevista ao Afropress

Cadê os Partidos?
Por: – 27/5/2010

Brasília – Ouvidor da SEPPIR desde o ano passado, o advogado Humberto Adami cobra dos Partidos – inclusive do PT – uma postura pró-ativa na defesa das cotas para negros, em reação ao Partido Democratas (DEM), que patrocina no STF movimento contra as ações afirmativas. Leia mais…

Na entrevista, concedida ao editor de Afropress, jornalista Dojival Vieira, Adami queixou-se da passividade dos Partidos. “Os partidos não podem e não devem, em minha opinião, ficar em papel contemplativo, simplesmente assistindo a tudo ou oferecendo solidariedade, na base do “estamos juntos!” que se ouve nas ruas. Devem partir para o enfrentamento nas mesmas bases e condições, utilizando suas máquinas partidárias e seus advogados, para contrabalançar o jogo”, afirma.

Ele cita o caso da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida no STF pelo DEM contra o sistema de cotas na Universidade de Brasília. ”Ainda que estejamos num ano eleitoral, no caso das cotas da UNB em julgamento no STF, por exemplo, como se pode admitir que os outros partidos políticos não tenham, até o momento, ingressado com ações em favor das cotas raciais, como amigos da corte – amicus curiae – fazendo frente ao DEM?”, pergunta.

O Ouvidor da Seppir, que é apontado por militantes – inclusive do PT – como um dos responsáveis pelo desgaste político sofrido pela ex-ministra Matilde Ribeiro, que acabaram com a sua exoneração no caso dos cartões corporativos, nega que tenha sido hostil a ex-ministra.

“ A ex-ministra Matilde se afastou do governo em função do desgaste de denúncias de uso do cartão corporativo, não de desgaste de imagem pública, em especial o causado por mim. Nunca desrespeitei a figura da ministra, quer como mulher, quer como política, quer como gestora, ou de qualquer outro modo. Não poderia agir de forma diferente. Só não concordava com certas medidas e efetuava críticas de frente, e com objetivo construtivo. Já me disseram que, se tivesse sido ouvido, os fatos teriam sido outros. Não sei se isso é verdade. Mas a relação pessoal com a ex-ministra nunca foi de conflito, e sim de divergência, num ambiente cordial”, acrescenta.

Veja, na íntegra, a entrevista do Ouvidor da Seppir, em que também faz uma prestação de contas do período em que passou a ocupar o cargo, em julho de 2.009.
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RJ: FÓRUM EDUCAÇÃO AFIRMATIVA SANKOFA (7 A 10.06.2010)

Estamos  repassando a informação deste importante evento sobre a Lei 10.639/2003 no Rio de Janeiro, realização de nosso parceiro IPEAFRO. Parabéns à Dra. Elisa Larkin e Abdias Nascimento.

OFICINA MATRIZ AFRICANA E AÇÃO EDUCATIVA

Coordenação – Azoilda Loretto de Trindade e Carla Lopes

O foco principal da Oficina será a Matriz Africana como disparadora de infinitas possibilidades de ações educativas críticas e libertárias no cotidiano escolar. Teremos como suporte pedagógico o kit Ipeafro para Educadores e como roteiro-guia o suplemento didático da Linha do Tempo dos Povos Africanos do Ipeafro. Com base nesses referenciais, a oficina pretende oferecer às pessoas presentes momentos de reflexão e ação sobre a história e a cultura africanas e afro-brasileiras. Nossa perspectiva será informativa, lúdica e interativa, de modo que as experiências pedagógicas e existenciais de cada participante possam dialogar entre si e com o conteúdo do kit.

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Acesse o Portal Jurídico do IARA e se informe das ações que estão ocorrendo no seu Estados: Lei 10.639/03, mercado de trabalho, julgamentos do Conselho Nacional de Ministério Público e muito mais.

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PRIMEIRA AÇÃO CIVIL PÚBLICA DA REPRESENTAÇÃO DA LEI DE HISTÓRIA

Praticamente 5 anos depois de iniciada a e distribuída a todo o Brasil, a Representação (Denúncia) em face da Ausência da Implementação da Lei 10639/03, solicitando a instauração de Inquéritos Civis Públicos no âmbito dos Ministérios Públicos Estaduais e Federais de todo o país, após várias audiências, reuniões, inquérito civis iniciados e denúncia ao CNMP por não cumprimento da Lei em vários Estados, incluindo Minas Gerais, temos a primeira Ação Civil Pública que denucia o Estado de Minas Gerais e o município de Uberlândia por não cumprimento da Lei.

UM NOVO E IMPORTANTE CAPÍTULO A SER INSERIDO NA HISTÓRIA DA LUTA ANTI-RACISTA.